Dezembro 13, 2006

You must not know 'bout me !

Acredito piamente no conceito da existência de um homem na nossa vida.
Esse homem , será um tanto ou quanto parecido com os nossos exemplos mais próximos.
No meu caso, o meu pai e o meu tio.
Na verdade , será tão complicado como àgua e azeite.
Os dois são perfeitos exemplos de justiça, igualdade, trabalho, família, amor, carinho, charme, beleza, cultura geral, boas conversas...
São as duas pessoas em quem mais confio e as que mais respeito.
Mas o melhor de tudo é: sabem calar-me!
Ora, porque é que é preciso o homem da minha vida saber calar-me ?
Porque falo pelos cotovelos. Porque acho que tenho sempre razão. Porque tenho sempre uma opinião sobre tudo. Porque meto uma ideia na cabeça e vou até ao fim. Porque sou resmungona e passo-me com injustiças. Porque só faço o que quero e ponho 100% em tudo o que gosto muito.
O homem da nossa vida está atrás de nós ou nós é que andamos atrás dele só porque sabemos o que procuramos?
O que tem de ser tem muita força.

Dezembro 07, 2006

You will always be my man

Algures num dia frio de 1981, nasceu uma... princesa. Não era exactamente uma princesa, mas a história é minha, conto-a como me apetece. E hoje apetece-me ser uma princesa!
Recomeçando: nasce a princesa, e logo logo gosta muito do seu Pai, o Rei. É um homem grande, giro, e muito querido. Trata-a bem, dá-lhe miminhos e atenção, é um charmoso do pior. Foi amor à 1ª vista. Era o homem da vida dela!
Entretanto passam uns anos, e o Rei tem um filho, um príncipe. E esse príncipe (que era um monstrinho quando era pequenino), era o mano mais lindo do Universo e arredores. Mas assim de longe. Era querido, esperto, tornaram-se os melhores amigos. Cresceram juntos e não viviam um sem um outro. Era o homem da vida dela!
Quando a princesa foi aprender a ler e a escrever, estava muito assustada... Sair do castelo é uma tarefa dura! Mas ela teve um professor fantástico, com uma barba ruiva, que logo no primeiro dia pegou nela ao colo e ela sentiu-se a princesa mais especial de todos os reinos. Era o homem da vida dela...
Mais uns anos passaram, e a princesa foi para a escola dos principes e das princesas. Um dia, num intervalo, conheceu um menino na escola onde andava. O menino era alto, tímido, mas muito querido. A princesa, que de tímida tinha pouco, decidiu meter-se com ele. E não é que resultou? Os dois davam-se às mil maravilhas. Rapidamente apaixonaram-se e tornaram-se no casalinho mais querido do colégio. Era o homem da vida dela!
Mas como tudo o que é bom acaba, também este romance acabou... Mas era Verão, e o Verão tem tendência a trazer novos amores, que foi precisamente o que aconteceu. Um menino com mau feitio, que não ligava nenhuma a ninguém, exactamente o que a princesa gostava. E meu dito, meu feito: romance de faca e alguidar que durou e durou e durou. A princesa riu, chorou (com fartura), bateu com a cabeça nas paredes, mas durante todo aquele tempo, ela tinha a certeza: era o homem da vida dela!
No meio disto tudo, a princesa mudou de reino. Com o novo castelo, veio um novo Rei. Este rei era estrangeiro, sabia de tudo, passou a ser a sua consciência. Tudo oque ela precisava, um homem equilibrado. Era o homem da vida dela.
Quando o amor longo acabou, foi preciso fazer um luto... Até que apareceu outro menino que, à primeira vista, era igual: mau feitio, nem olhou 2 vezes para a princesa. Mas, passada esta camada de antipatia, era um verdadeiro príncipe encantado. Mais do que alguma vez na vida, a princesa estava in love. Um amor daqueles de filme, não respiravam um sem o outro, viviam para fazer o outro feliz. Não havia outra hipótese: era o homem da vida dela!
Como é que isto acabou, (ainda hoje) não sei. Mas a princesa precisava de procurar qualquer coisa que não tinha encontrado... E ainda não encontrou. Homens da vida dela? Três: os dois Reis, e o Príncipe-mano. É que para chegar a este estatuto é preciso penar... e muito!

Dezembro 04, 2006

Pride and Prejudice

Baseado no livro de Jane Austen. A caríssima Elizabeth Bennet, personagem deste romance inglês. Através dela consigo elevar muitos dos meus objectivos. Ela é uma jovem do seu tempo que em muito pouco se afasta de como vejo, ainda hoje, a sociedade portuguesa. Ansiosa por ler, por se informar, conhece bem os seus limites, prevalece a fidelidade quer ao amor, quer à sua família. Não exclui o casamento, mas apenas sob o pilar do amor e não por conveniência. Reconhece um erro e sobretudo sabe esperar.Sabe estar, saber ser e tem um brilhante sentido de humor. Revendo um pouco o percurso da mulher na História Mundial, podemos constatar que este ainda é um tanto ou quanto diminuto. Porém , já podemos apontar várias mulheres como fundamentais em certas mudanças, como por exemplo na investigação científica ou as recentes eleitas a cargos políticos pelo mundo fora, como a Chanceler Alemã.No entanto, desenganem-se aqueles que julgam que o papel da mulher apenas é fundamental no último século. Podemos apontar as mulheres de Esparta como as primeiras a terem papeis exelentes numa sociedade vr a mulher ateniense que pecava pela ausência total de direitos. No meu ponto de vista, existiu é uma quebra enorme na História derivado a variadas clivagens. Para mim, esta personagem é o exemplo de uma jovem que vive numa época cheia de glamour , que entra numa relação de amor-ódio. Uma verdadeira batalha dos sexos entre uma mulher tão forte quanto o belo, rico e pretensioso Mr. Darcy.